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27/04/18 Milho: fator climático influencia mercado brasileiro, diz analista

27 de April de 2018

O mercado brasileiro de milho demonstrou nesta quinta-feira uma clara alteração do comportamento dos produtores e das cooperativas. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o quadro climático preocupante em determinadas regiões do país trouxe uma retração da intenção de venda, com a falta de chuvas em regiões produtoras. Assim, as cotações ficam melhor sustentadas.

O quadro cambial também remete a esse tipo de decisão, com as recentes altas do dólar, afirma Iglesias. Enquanto isso, alguns consumidores aguardam pelo leilão de venda para reforçar os estoques. As negociações envolvendo a safrinha por sua vez ainda apresentam ótima fluidez, principalmente no Mato Grosso e em Goiás, comenta.

Chicago

O milho em Chicago fechou com preços mais baixos. O mercado foi pressionado por um movimento de realização de lucros, acompanhando também o desempenho das vendas líquidas semanais norte-americanas de milho.

As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2017/18, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 697.100 toneladas na semana encerrada 19 de abril. O número ficou 36% inferior ao da semana anterior e 33% abaixo da média em quatro semanas.

Para a temporada 2018/19, ficaram negativas em 76.600 toneladas. Analistas esperavam de 1 milhão a 1,6 milhão de toneladas, somando as duas temporadas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
 

Soja

 

O mercado brasileiro de soja teve um dia mais calmo na comercialização nesta quinta-feira. As cotações ficaram de estáveis a mais altas, ante um cenário da Bolsa de Chicago andando de lado e do dólar volátil, primeiro subindo e depois fechando no vermelho. Não houve volume de negócios relevante no dia.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços mistos, perto da estabilidade. As primeiras posições tiveram alta moderada e as demais caíram.

Alguns contratos foram sustentados pela expectativa de que Estados Unidos e China cheguem a um acordo comercial na próxima semana, com a possibilidade de retomada das compras de produto americano pelo país asiático.

As demais posições foram pressionadas pelas fracas exportações semanais norte-americanas e pelo clima favorável ao plantio da nova safra dos Estados Unidos.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2017/18, com início em 1 de setembro, ficaram em 371.300 toneladas na semana encerrada em 19 de abril. O número ficou 64% abaixo da semana anterior e 63% inferior à média das últimas quatro semanas.

Para a temporada 2018/19, foram mais 166.500 toneladas. Analistas esperavam entre 800 mil a 1,4 milhão de toneladas, somando as duas temporadas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

 
 
 
 


 

Fonte: Notícias Agrícolas

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